Escrito por Thayla Jamus Publicado em 04/03/2022

É fato que a pandemia acelerou novos modelos de negócio e novos modelos de consumo.
Só no Brasil, o e-commerce tem potencial para atingir 134 milhões de consumidores, que é o número de pessoas que tem acesso constante à internet no país: só em 2020, o e-commerce movimentou mais de 100 bilhões de reais no país.

Nos últimos dois anos, as pessoas passaram a enxergar o conjunto de benefícios da compra online e não devem voltar a comprar em lojas físicas como antes. Principalmente naquelas lojas que não adotaram o modelo do omnichannel.

Qual é a situação atual do e-commerce no Brasil?

Com o isolamento social, o consumidor tornou-se muito cauteloso e com medo de contrair a COVID-19.
O nosso hábito de consumo, que estava ficando cada vez mais digital, teve esse movimento impulsionado ainda mais devido à necessidade de realizar distanciamento social.

Ou seja, aquelas empresas que vinham estudando a sua entrada no mercado virtual estão acelerando esse processo, visando conseguir adequar-se à realidade de que, até mesmo para pessoas que têm certo receio de compras na internet, o delivery é uma saída. E isso está refletindo no aumento nas buscas por serviços e produtos online.

Quais mudanças esperar?

O e-commerce no Brasil já possuía consumidores que realizavam compras de certos produtos, como eletrônicos, mas alguns outros segmentos apresentaram uma alta considerável, como o de alimentação, os produtos farmacêuticos e de higiene, os petshops e supermercados. Marcas desse setor precisaram adentrar de fato o comércio virtual, alcançando uma clientela maior.

Para os que fazem parte do setor não essencial, como restaurantes, lanchonetes e vestuário, essa transição para o mundo virtual foi essencial para continuar em operação, uma vez que tiverem o seu alvará de funcionamento suspenso. Eles acabam educando o cliente, que vence o receio de comprar de modo online produtos que ele só compraria pessoalmente.

Devido a toda essa situação, o consumidor está se aproximando cada vez mais das plataformas virtuais para compra. E esse laço criado durante a pandemia mostrou-se permanente mesmo após a liberação do comércio tradicional, criando um comércio digital. Portanto, é necessário investir cada vez mais no uso da internet para fechar negócios e ampliar a sua rede de clientes.

Varejo Inteligente

Com o uso de Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT), a tecnologia permite experiências imersivas e acesso às preferências do consumidor. Também acelera outros tipos de mudanças no relacionamento com o cliente, como as transações financeiras virtuais, os processos de logística, a realidade aumentada, a personalização da compra baseada em ciência de dados e a compra sem vendedores na loja física.

Com isso, o mundo digital oferece uma oportunidade incrível para o varejo saber mais sobre o seu cliente.

São dados que, se coletados estrategicamente, permitem entender melhor sobre seu gosto e preferência, perfil de compra, como gosta de pagar, de receber, de ser atendido.

A empresa mais preparada para analisar essas informações e prover uma experiência personalizada para o consumidor será a que terá mais vantagem entre as concorrentes, além de garantir uma fidelização.

Presença omnichannel

O varejo virtual existe em diversas plataformas, como sites, redes sociais, aplicativos etc. O omnichannel visa estar presente em todos esses meios de comunicação com o cliente. Assim, é possível atender um número maior de compradores, o que pode aumentar o número de pessoas que interagem com a sua marca.

Além disso, essa presença em diversos locais na internet permite uma melhor coleta de dados, sendo, com essas informações, possível guiar melhor as suas decisões. Para saber mais sobre, acompanhe o tópico seguinte.

Big Data

Trata-se do estudo de dados gerados na internet, que permitem auxiliar na tomada de decisões e compreender quais dificuldades o cliente enfrenta e como se adequar a elas. O Big Data permite uma experiência personalizada ao usuário, melhorando a sugestão de produtos. Além disso, se o usuário acessa a sua plataforma, mas não permanece por muito tempo, por exemplo, pode ser que ela esteja com um alto tempo de carregamento, o que prejudica a experiência. Aí entra o trabalho de um UI/UX, a partir dos dados gerados.

Ferramentas de pagamento

Agilidade e facilidade: é disso que o cliente precisa quando vai finalizar a compra. Além disso, é preciso que todo o processo seja facilitado e, acima de tudo, seguro, para que os dados dos clientes não sejam extraviados.

Além de possuir uma plataforma segura, ela ainda tem uma lista completa de APIs, um ambiente para testes para novas features, além de um canal de atendimento exclusivo para a equipe de desenvolvimento, a fim de ter uma experiência mais única e personalizada.

Com seu sistema de verificação de transações e de todos os dados do comprador, a plataforma reduz drasticamente o risco de fraudes, o que traz uma segurança a você, assim, garantindo uma alta taxa de aprovação.

Por fim…

A pandemia do coronavírus com certeza modificou a maneira com que todas as pessoas realizam diversas ações. Devido a questões de isolamento social e para evitar aglomerações, uma saída foi utilizar as plataformas digitais para realizar compras, especialmente para os setores ditos não essenciais, que não puderam atuar em suas lojas físicas.

No entanto, não espere que essas mudanças no e-commerce sejam temporárias. Elas não só educarão os clientes para usarem cada vez mais a internet para realizar compras, mas também alterarão toda a perspectiva do mercado. Portanto, é preciso adaptar-se a essas mudanças e alinhar-se às novas tendências do mercado, a fim de manter a sua marca competitiva.

As lojas físicas não vão desaparecer, mas o futuro do varejo é sim digital.

Na Kife, ajudamos empresas através de metodologia própria com times dedicados de tecnologia e marketing, focados em acelerar os resultados dos negócios.

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