Publicado em 05/07/2018

Quando pensamos no futuro da publicidade, a primeira coisa que vem à cabeça são smartphones. Isso porque segundo uma pesquisa do IAB, em 2017, a publicidade digital passou dos 21% e ultrapassou pela primeira vez os investimentos em TV. É um fator de mudança na forma que as empresas estão se comunicando. O futuro da publicidade será personalizado, cheio de experiências e não vai parecer que é uma publicidade.

Hoje em dia, somos cada vez mais impactados pela publicidade mobile, você já percebeu? Seja em vídeos ou banners, as empresas têm apostados nesse segmento, já que o aparelho está com todo mundo o tempo todo.

Cerca de 54% das peças são vistas pelo celular, movimentando em torno de US$ 11,9 bilhões nos EUA, segundo a IAB. Os banners, por sua vez, ainda movimentam muito dinheiro no mercado americano, coisa de US$ 27,5 bilhões e 67% das peças são visualizadas pela versão mobile.

Devemos ter em mente que as ações de ignorar, pular vídeos e fugir da publicidade convencional também existem, e para sobrevivermos a isso, será necessário fazer uma publicidade pessoal e relevante, que toque o consumidor de uma forma que ele não espera, que chame sua atenção. Para isso, é necessário usar uma boa dose de tecnologia, certo? Quer um exemplo? O Magazine Luiza reinventou toda sua comunicação, criou um personagem que fala com seus clientes de forma pessoal e aproximando-os ainda mais da marca.

Podemos chamar isso de publicidade cognitiva, essencial para colocar o foco nas pessoas, a qual é aplicada o “machine learning” para entender o comportamento de cada dispositivo móvel e, consequentemente, o comportamento do seu usuário. Isso viabiliza um outro nível de customização, proporcionando melhorias nos resultados, pois, por meio desses dados, é possível personalizar a mensagem da publicidade em função dos gostos, motivações e hábitos de consumo dos usuários que são monitorados por uma plataforma de human centered (centrado no ser humano).

Para 2020, o IDC – líder mundial em inteligência de mercado – prevê que mais de um bilhão de pessoas terão acesso regular à realidade aumentada e à virtual, tecnologias que intensificam a experiência para o consumidor.

Ou seja, quem quiser fazer parte da publicidade, terá que inovar. Hoje, análise de dados e tecnologias estão muito mais em alta do que o método convencional e estar atualizado sobre esse futuro próximo, vai ser essencial para qualquer negócio que queria continuar a ter o destaque na mídia.

Com informações de Runrun.it.

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