Escrito por Priscila Guerra Publicado em 13/07/2020

“Novo normal” foi o termo que surgiu com a pandemia, já que muitos ramos de atividades tiveram que se reinventar. O que vamos tirar de aprendizado nisso?

A pandemia de COVD-19 chegou e, de uma hora para outra, nossa vida mudou de maneira drástica. Tivemos que aprender a nos adaptar, muito rapidamente, a uma nova realidade que não estávamos acostumados.

Nossa casa precisou ser adaptada para receber diversas funções além das tarefas domésticas e de descanso. Implantamos as obrigações de trabalho, rotina de lazer e exercícios físicos. Estamos reaprendendo a viver e a sobreviver nesse novo período que enfrentamos em nossas vidas.

Diante disso, não foi somente as pessoas que foram afetadas. Empresas de diversos ramos tiveram que se moldar à nova realidade da noite para o dia. Um dos setores mais atingidos foi o varejo. O impacto foi tão grande que vimos muitas lojas fecharem as portas e aqueles que sobrevivem precisaram se reinventar para manter um fluxo constante de vendas.

Uma nova realidade

No começo da pandemia, segundo o Google, cerca de 50% das categorias de varejo tiveram o menor volume de buscas. Em comparação com março de 2019, houve uma baixa de 1,2% no mesmo período deste ano.

Mas apesar do alto impacto negativo, o setor de varejo reagiu rápido e  de maneira eficiente. Vimos muitas empresas começarem a expandir e acelerar seu processo de presença online – principalmente nas mídias sociais e e-commerce. 

E o consumidor, como reagiu?

Apesar de algumas dificuldades, o consumidor tem se adaptado rápido às mudanças. Claro que ainda surgem incertezas sobre como adquirir alguns produtos e serviços que por muito tempo foram adquiridos presencialmente. Mas as pessoas se acostumaram com a ideia da praticidade de receber tudo em casa – e muitas vezes, com poucos cliques.

A alta do consumo online é real. A pandemia trouxe um novo significado em relação ao consumo e à produção de conteúdo. Por conta do isolamento, buscamos a conexão com pessoas em tempo real, para consumirmos um conteúdo de qualidade e participarmos de maneira ativa das interações que as redes oferecem.

Com isso, além de abandonar velhos hábitos e deixar o preconceito de lado, nós incorporamos novas rotinas no nosso processo de compra. E nisso se encaixa se a empresa ter empatia e consciência de consumo sobre o momento.

Reinventar, acelerar e priorizar – os pilares da mudança

Podemos dizer que essas três palavras pautam as mudanças que o setor de varejo têm sofrido. Reinventar é o exercícios de repensar estratégias que antes não tinham uma lógica e eram seguidas por hábito.

Acelerar mudanças e a transformação digital. Empresas melhoraram seus processos, sua comunicação e ferramentas. Os marketplaces voltaram à tona para inclusão de pequenos vendedores, para incentivar a digitalização. Vemos que grandes empresas estão dando as mãos para ajudar comércios locais.

Com isso, a pandemia trouxe um sentimento de prioridade. Precisamos julgar o que pode ou não ser feito e quais são os impactos das nossas escolhas. Hoje, precisamos pensar no coletivo, ter empatia com o próximo e priorizar aquilo que é realmente necessário e essencial. E isso reflete no varejo, com oportunidades únicas.

O que podemos esperar do futuro?

A transformação digital veio para ficar e tudo indica que é um caminho sem volta. Por isso, é necessário que os canais tradicionais devem ser complementares aos digitais para o consumidor. Este, por sua vez, busca cada vez mais uma experiência completa, personalizada e segura.

Segundo o Google, essas são algumas apostas pro nosso novo normal no mundo pós-COVID:

  • O digital se fortalecerá cada vez mais, assim como será necessário repensar a presença de uma loja física para complementar a experiência do cliente;
  • On e off estarão mais integrados do que nunca;
  • O Agora é mais valioso do que nunca, já que os consumidores estão dispostos a pagar a mais por conveniência e rapidez;
  • Lojas com “tudo em um lugar só” ganham destaque;
  • Segurança em evidência, já que a forma de consumo e presença nas lojas físicas serão repensadas por conta da higiene. Assim como a redução do tempo de permanência dentro do estabelecimento, priorizando o atendimento ágil;
  • Hiper Cuidado: as pessoas precisam se sentir seguras, que estão sendo ouvidas e cuidadas;
  • Consolidação do Live commerce digital, pois os consumidores valorizam a autenticidade e conexão humana.

E você, o que espera do nosso Novo Normal? Se precisa de auxílio para adaptar às mudanças, conte com os especialistas da Kife!

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